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Contrabando de Bíblias é uma necessidade da Igreja Perseguida
13/01/2019

Em entrevista ao programa Vejam Só, da RIT TV, o secretário geral da Portas Abertas no Brasil, Marco Cruz, compartilhou que já viveu a experiência de contrabandear Bíblias.

Ao ser questionado se é certo desobedecer à lei, já que a instituição atua em mais de 60 nações onde o cristianismo é proibido, respondeu: “Como cristãos seguimos uma hierarquia. A lei de Deus está acima da lei dos homens e quando há uma contradição temos que fazer uma escolha”.

Países comunistas ou de maioria muçulmana, por exemplo, proíbem a pregação do Evangelho e não permitem a entrada de nenhuma espécie de leitura cristã. “Nessas nações temos que contradizer a lei dos homens e obedecer a lei de Deus. Jesus disse: Ide e pregai o Evangelho por todo o mundo”, justificou.

Contrabando de Bíblias

Em 1967, quando o irmão André, fundador da Portas Abertas lançou seu primeiro livro “O Contrabandista de Deus”, viu sua obra se tornar um best-seller, com milhões de cópias vendidas em todo o mundo. Foi uma forma de despertar a atenção das pessoas sobre a Igreja Perseguida.

Em 1981, uma equipe da organização conseguiu entrar na China clandestinamente, com um barco carregando 232 pacotes com um milhão de Bíblias. Foi um marco histórico para os cristãos chineses.

De lá pra cá, muitos contrabandos já foram realizados. Só no ano passado, mais de 2,5 milhões de Bíblias e material cristão já foram distribuídos contrariando a lei dos homens em países hostis aos seguidores de Cristo.

“Eu já participei de um carregamento de Bíblias. É tenso. As pessoas sendo entrevistadas e a mala cheia de Bíblias […] Mas graças a Deus conseguimos passar”, lembrou. “É uma vitória muito grande quando a gente vê as Bíblias sendo entregues e os irmãos agradecendo emocionados e beijando a Palavra de Deus”, revelou.

Necessidade de memorizar versículos bíblicos

Marco conta que os cristãos perseguidos precisam memorizar versículos da Bíblia como forma de alimento espiritual. É o caso dos norte-coreanos, que não têm acesso fácil à Palavra. “O único acesso à Bíblia para eles são os versículos que memorizam. Essa é a forma como eles alimentam sua fé”, explicou.

Distante da realidade do Brasil, a perseguição aos cristãos sempre fez parte da história da Igreja. “Mas a maior parte dos cristãos brasileiros nem sabe que existe uma Igreja Perseguida”, apontou.

A Portas Abertas estima que haja cerca de 215 milhões de cristãos perseguidos espalhados pelo mundo. Durante a entrevista, o secretário geral da instituição contou várias histórias marcantes e emocionantes sobre eles.

Fonte: Por Cris Beloni - Gospel Prime
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